Anestesiologia

Anestesiologia

Consultas ambulatoriais:

Tel e WhatsApp: (15) 2101-6600

INDICAÇÕES

Indispensável para pacientes que vão passar por procedimentos, exames e cirurgias que necessitam de anestesia geral ou local.

EXAMES NECESSÁRIOS

Os pedidos dos exames podem variar conforme as comorbidades ou tipo de cirurgia de cada paciente. Em sua maioria, alguns dos principais exames solicitados para essa especialidade são:

  • Hemograma completo;
  • Coagulograma (TP, TTPA, INR);
  • Eletrocardiograma (ECG);
  • Glicemia de jejum;
  • Função renal.

EXAMES RELACIONADOS

  • Raio-X de tórax;
  • Função hepática;
  • Teste de gravidez;
  • Avaliação cardiológica;
  • Gasometria arterial.

PERGUNTA FREQUENTE

Quais são os tipos de anestesia e como cada um é utilizado?

Existem quatro tipos principais de anestesia:

  • Local: bloqueia a dor em uma área pequena, usada em procedimentos simples;
  • Regional: anestesia uma parte maior do corpo, como braço ou perna, e pode ser usada em cirurgias como cesariana;
  • Geral: provoca perda total da consciência, indicada para cirurgias maiores;
  • Sedação: promove relaxamento ou sono leve, usada em exames ou junto a outras anestesias para maior conforto.
Quais os tipos de anestesia para cirurgia de parto?

Os principais tipos de anestesia utilizados em cirurgias de parto são:

Raquidiana (raquianestesia): Anestesia regional aplicada na região lombar da coluna, bloqueando a sensibilidade da cintura para baixo. É a mais utilizada em cesarianas, pois promove rápido início de efeito e boa analgesia.

Peridural (epidural): Também aplicada na coluna lombar, porém em um espaço diferente da raquiana. Permite ajuste do grau de bloqueio sensitivo e pode ser usada tanto no parto normal quanto na cesariana. É comum para controle da dor durante o trabalho de parto.

Anestesia geral: Utilizada em situações específicas, quando não é possível fazer anestesia regional, o paciente fica inconsciente durante todo o procedimento.

A escolha da anestesia depende da indicação médica, do quadro clínico da gestante e das características do parto. O anestesiologista irá orientar sobre o método mais seguro e confortável em cada caso.:

Como é a consulta pré-anestésica?

A consulta pré-anestésica é realizada pelo anestesiologista antes de cirurgias ou procedimentos que necessitam de anestesia. Nessa consulta, o médico avalia o histórico de saúde do paciente, incluindo doenças preexistentes, uso de medicamentos, alergias, cirurgias anteriores e possíveis reações a anestésicos. O profissional realiza exame físico, solicita exames complementares se necessário e esclarece dúvidas sobre o procedimento e os tipos de anestesia disponíveis. Também orienta quanto ao jejum e à suspensão de medicamentos antes da cirurgia. O objetivo é garantir máxima segurança durante o procedimento e individualizar o cuidado conforme as necessidades de cada paciente.

Riscos da anestesia geral em idosos.

A anestesia geral em idosos, apesar de segura na maioria dos casos, apresenta riscos aumentados devido às mudanças do envelhecimento e à presença de doenças crônicas. Os principais riscos incluem alterações cardiovasculares, complicações respiratórias, confusão mental ou piora cognitiva (delirium pós-operatório), recuperação mais lenta e maior sensibilidade aos medicamentos. Por isso, a avaliação pré-anestésica detalhada é fundamental para garantir a segurança desse grupo de pacientes.

O que é a sedação para exames como endoscopia?

A sedação para exames como endoscopia é um tipo de anestesia leve ou moderada, administrada pelo anestesiologista para deixar o paciente relaxado, confortável e sem dor durante o procedimento, mas sem perda completa da consciência. Geralmente, são usados medicamentos intravenosos que promovem relaxamento, sonolência e reduzem a ansiedade, permitindo que o exame seja realizado com segurança e sem desconforto. O paciente é monitorado durante todo o procedimento e, após a sedação, permanece em observação até a recuperação completa.

Como é a recuperação da anestesia raquidiana?

A recuperação da anestesia raquidiana ocorre, em geral, de forma gradual nas primeiras horas após o procedimento. O paciente permanece deitado até o efeito anestésico diminuir, recuperando aos poucos a movimentação e a sensibilidade das pernas. É comum sentir formigamento ou fraqueza temporária enquanto o efeito passa. Durante esse período, são monitorados sinais vitais e sintomas como enjoo ou dor de cabeça, que podem acontecer, mas normalmente melhoram espontaneamente ou com pequenas medidas. A ingestão de líquidos e a volta à alimentação são liberadas conforme avaliação médica. Em pouco tempo, a maioria dos pacientes está apta a retomar suas atividades, conforme orientação da equipe de saúde.

Tenho medo de anestesia, o que fazer?

Sentir medo de anestesia é comum e compreensível. O mais importante é conversar abertamente com o anestesiologista antes do procedimento, relatando seus medos e dúvidas. Na consulta pré-anestésica, o médico vai explicar os tipos de anestesia, a segurança dos métodos, os riscos e os cuidados individualizados para seu caso. Essa conversa costuma trazer tranquilidade, pois permite entender o que será feito e como sua saúde será monitorada durante todo o processo.

Cirurgia Bariátrica

Cirurgia Bariátrica

Orçamento cirúrgico (necessário pedido médico)

Tel: (15) 2101-6623
WhatsApp: (15) 9 8132-0651

INDICAÇÕES

Pacientes diagnosticados com obesidade grave, com comorbidades, que não conseguiram perder peso com tratamentos convencionais, como dieta ou atividade física.

EXAMES NECESSÁRIOS

Os pedidos dos exames podem variar conforme as condições de cada paciente. Em sua maioria, alguns dos principais exames solicitados para essa especialidade são:

  • Hemograma completo;
  • Glicemia de jejum e HbA1c;
  • Perfil lipídico;
  • Função hepática e renal;
  • Endoscopia digestiva alta.

EXAMES RELACIONADOS

  • Ultrassonografia abdominal;
  • Polissonografia;
  • Avaliação cardiológica;
  • Avaliação psicológica e psiquiátrica;
  • Exames hormonais.

PERGUNTA FREQUENTE

Qual a indicação para a Cirurgia Bariátrica?

A cirurgia é recomendada principalmente para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40, independentemente de comorbidades, ou para aqueles com IMC entre 35 e 40 que apresentem doenças associadas graves, como diabetes tipo 2, apneia do sono grave, doença cardiovascular, entre outras.

Quem pode fazer a cirurgia bariátrica pelo plano de saúde?

Segundo as diretrizes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), pode realizar a cirurgia bariátrica pelo plano de saúde o paciente que atende aos seguintes critérios:

Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior que 40 kg/m², independentemente da presença de comorbidades;

IMC entre 35 e 39,9 kg/m², desde que haja pelo menos uma doença associada à obesidade, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, apneia do sono, dislipidemia, entre outras;

Ter tentado tratamento clínico prévio para emagrecimento, sem sucesso, por no mínimo dois anos, documentado em prontuário;

Ter idade entre 18 e 65 anos (em situações especiais pode ser indicada acima ou abaixo dessa faixa, avaliado por equipe multiprofissional);

Avaliação e acompanhamento por equipe multiprofissional (médico, nutricionista e psicólogo).

A aprovação e o processo cirúrgico dependem da avaliação clínica, do cumprimento das exigências do convênio e da apresentação dos laudos médicos necessários. Cada plano de saúde pode ter protocolos próprios, devendo sempre ser consultado previamente.

Tipos de cirurgia bariátrica: bypass e sleeve.

Os dois tipos mais comuns de cirurgia bariátrica são o bypass gástrico e o sleeve gástrico:

Bypass gástrico (derivação gástrica em Y de Roux): Consiste na redução do estômago a um pequeno reservatório e no desvio de parte do intestino delgado, diminuindo a quantidade de alimento ingerido e absorvido. Esse método promove perda de peso significativa e rápida, sendo eficaz também no controle de doenças como diabetes tipo 2.

Sleeve gástrico (gastrectomia vertical): Envolve a retirada de cerca de 70-80% do estômago, transformando-o em um tubo estreito. Isso reduz a capacidade do estômago e diminui a produção do hormônio da fome (grelina), ajudando o paciente a ingerir menos alimento e a emagrecer.

Como é a dieta líquida no pós-operatório da bariátrica?

Após a cirurgia bariátrica, a dieta líquida é o primeiro estágio da alimentação e é fundamental para garantir a cicatrização do trato gastrointestinal sem sobrecarregar o sistema digestivo. Essa fase costuma durar de 7 a 14 dias, dependendo da orientação da equipe multiprofissional.

Durante a dieta líquida, o paciente deve consumir apenas líquidos claros e sem resíduos, como água, chás, caldos coados, gelatina, água de coco, sucos naturais coados, bebidas isotônicas sem gás e, progressivamente, líquidos nutritivos como sopas ralas batidas

Preciso tomar vitaminas para sempre após a bariátrica?

Sim, após a cirurgia bariátrica é necessário fazer uso contínuo de vitaminas e minerais, geralmente por toda a vida. Isso ocorre porque a cirurgia reduz a capacidade de absorção de nutrientes pelo trato digestivo, especialmente em procedimentos como bypass gástrico e sleeve gástrico. A suplementação geralmente inclui polivitamínicos, ferro, cálcio, vitamina B12, vitamina D e outros nutrientes, conforme orientação do nutricionista e do médico. O acompanhamento regular com exames laboratoriais é fundamental para ajustar as doses e evitar deficiências nutricionais, mantendo a saúde e a qualidade de vida após a cirurgia.

Cirurgia bariátrica ajuda a controlar a diabetes?

Sim, a cirurgia bariátrica pode ajudar significativamente no controle da diabetes tipo 2, especialmente em pessoas com obesidade. Procedimentos como o bypass gástrico e o sleeve gástrico promovem alterações metabólicas e hormonais que melhoram a sensibilidade à insulina e reduzem os níveis de glicose no sangue, muitas vezes antes mesmo da perda de peso significativa. Em alguns casos, é possível obter a remissão do diabetes, com redução ou até suspensão da necessidade de medicamentos. No entanto, o acompanhamento com endocrinologista e equipe multiprofissional é fundamental para garantir o controle adequado da doença e evitar complicações.

Riscos e benefícios da cirurgia de redução de estômago.

A cirurgia de redução de estômago (bariátrica) traz benefícios como perda de peso significativa, melhora ou remissão de doenças associadas (diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono) e melhora da qualidade de vida. Porém, há riscos de complicações cirúrgicas (sangramento, infecção, trombose, vazamentos) e deficiências nutricionais, exigindo suplementação e acompanhamento constante. O acompanhamento pela equipe multidisciplinar antes e após a cirurgia é essencial para obter bons resultados e minimizar riscos.

Endocrinologia

Endocrinologia

Consultas ambulatoriais:

Tel e WhatsApp: (15) 2101-6600

INDICAÇÕES

Pacientes com diabetes, obesidade, osteoporose, doenças da tireoide, problemas de crescimento e outras condições relacionadas a hormônios e metabolismo.

EXAMES NECESSÁRIOS

Os pedidos dos exames podem variar conforme as condições de cada paciente. Em sua maioria, alguns dos principais exames solicitados para essa especialidade são:

  • TSH e T4 livre;
  • Glicemia de jejum + Hemoglobina glicada;
  • Perfil lipídico completo;
  • Densitometria óssea (DXA);
  • Vitamina D.

EXAMES RELACIONADOS

  • Insulina;
  • Prolactina;
  • Cortisol e ACTH;
  • Testosterona total e livre – DHEA-S;
  • IGF-1 e GH.

PERGUNTA FREQUENTE

Como o acompanhamento endocrinológico pode ajudar na prevenção e controle de doenças metabólicas crônicas, como diabetes e osteoporose?

O acompanhamento regular com o endocrinologista é fundamental para prevenir complicações e controlar doenças metabólicas crônicas, como diabetes e osteoporose.

O médico monitora os níveis hormonais e metabólicos, orienta mudanças no estilo de vida e prescreve medicamentos, reduzindo riscos de fraturas, problemas cardiovasculares e outras complicações graves.

Quais os primeiros sintomas de diabetes tipo 2?

Os primeiros sintomas de diabetes tipo 2 podem incluir aumento da sede, urina frequente, sensação de fome constante, fadiga, visão embaçada e cicatrização lenta de feridas. É importante estar atento a esses sinais e procurar avaliação médica para diagnóstico e tratamento adequados.

Como saber se a tireoide está desregulada?

Para saber se a tireoide está desregulada, observe sintomas como mudanças no peso, cansaço excessivo, alterações no ritmo cardíaco, sensibilidade ao frio ou calor, queda de cabelo e alterações menstruais. Esses sinais podem indicar hipo ou hipertireoidismo, e a avaliação por um médico, com exames de sangue específicos, é essencial para o diagnóstico.

Tratamento para hipotireoidismo em mulheres.

O tratamento para hipotireoidismo em mulheres geralmente envolve a reposição do hormônio tireoidiano com levotiroxina, um medicamento que normaliza os níveis hormonais no organismo. A dose é ajustada com base em exames de sangue regulares e sintomas da paciente, garantindo que os níveis de TSH (hormônio estimulante da tireoide) estejam adequados. É crucial seguir as orientações médicas e monitorar regularmente a função tireoidiana.

Endocrinologista especialista em menopausa e reposição hormonal.

Um endocrinologista especializado em menopausa e reposição hormonal foca no tratamento dos sintomas e desafios associados a essa fase, como ondas de calor, insônia, alterações de humor e risco aumentado de osteoporose. A reposição hormonal pode ser uma opção para aliviar os sintomas, mas deve ser avaliada individualmente, considerando os benefícios e riscos para cada mulher. Esse cuidado personalizado é essencial para garantir segurança e eficácia no tratamento.

Exames para verificar níveis de testosterona em homens.

Para verificar os níveis de testosterona em homens, realiza-se um exame de sangue específico que mede a testosterona total e, se necessário, a testosterona livre e a testosterona biodisponível. Esses testes geralmente são feitos pela manhã, quando os níveis hormonais estão mais elevados, e ajudam a diagnosticar deficiências ou desequilíbrios que podem afetar a saúde e o bem-estar do paciente.

O que causa o excesso de pelos no rosto feminino?

O excesso de pelos no rosto feminino, conhecido como hirsutismo, pode ser causado por desequilíbrios hormonais, como níveis elevados de andrógenos, que são hormônios masculinos. Condições como a síndrome dos ovários policísticos (SOP) são comuns causas subjacentes, mas outros fatores incluem histórico familiar e algumas condições médicas ou medicamentos. Avaliação médica é importante para diagnóstico e tratamento adequados.

Como controlar o colesterol alto com alimentação?

Para controlar o colesterol alto com alimentação, é importante reduzir o consumo de gorduras saturadas e trans, presentes em alimentos processados e gordurosos, e aumentar a ingestão de fibras, encontrados em frutas, vegetais e grãos integrais. Inclua alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3, como peixes, e use óleos saudáveis, como azeite de oliva. Manter uma dieta equilibrada e saudável pode ajudar a reduzir e controlar os níveis de colesterol.

Sintomas de ovário policístico e como tratar.

Os sintomas da síndrome dos ovários policísticos (SOP) incluem menstruação irregular, excesso de pelos corporais e faciais, acne, ganho de peso e dificuldade para engravidar. O tratamento pode incluir mudanças no estilo de vida, como dieta e exercícios, e medicamentos como anticoncepcionais orais para regular o ciclo menstrual e metformina para melhorar a resistência à insulina. O acompanhamento médico é essencial para um tratamento adequado e individualizado.

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